
Veja os dez pecados do Brasil na Copa e que os culpados sejam banidos da bola!!!
Todo grande fracasso é uma somatória de erros. Portanto, a desclassificação do Brasil diante da França, nas quartas-de-finais da Copa da Alemanha, não fica atrás. O principal culpado, sem dúvida, é o técnico Carlos Alberto Parreira. Ele apostou em um grupo de jogadores que, na hora H, negou fogo.
Ronaldo Gorducho rindo:que tremendo cara de pau!!!
ERROS E MAIS ERROS
1) Um Zé Mané!: Na hora de convocar, Parreira foi ingenuo. Confiou em relatórios superficiais, que não refletiam a realidade. Cafu operou o joelho e nunca mais foi o mesmo. Ronaldo Fenômeno se apresentou atrasado e com quase dez quilos acima do peso. Só aí ele já deu uma de Zé Mané.
2) Inversão: O grupo era uma mescla de experiência e juventude, mas poderia ter sido diferente. Parreira poderia ter escalado os jovens e completado o time com os veteranos e não o contrário. Cafu, Gorducho, Roberto Carlos, Émerson, Zé Roberto deveriam ficar no banco de reservas.
3) Time certo: O time correto em campo seria àquele que goleou o Japão por 4 a 1. Com Cicinho na lateral-direita; Gilberto, na esquerda; Gilberto Silva, Juninho e Ricardinho no meio-campo; na frente, Robinho, Adriano ou Fred.
4) Teimosia: Marcação homem-a-homem funciona sim senhor. Como deixar Zidane solto? Não designar um cara para pegar o Henry? Parreira mostrou-se teimoso e sem o menor jogo de cintura.
5) Dente quebrado: Ronaldinho Gaúcho deve ter tido algum problemas psicológico no meio da preparação para a Copa da Alemanha. O dentuço não corria, estava inibido, tinha receio de dividir bolas e não arriscava um chute a gol. Resultado: reserva nele, aliás, como faz Felipão com Deco, Cristiano Ronaldo ou Figo quando eles estão mal.
6) Oba, oba Pior: não houve preparação para o Mundial. A delegação ficou 15 dias na Suíça à toa. Os treinos eram abertos, ingressos cobrados, e a prefeitura da cidadezinha (Weggis) de lá pagou seis milhões de reais para os cofres da CBF.
7) Salto alto: Em um clima de total oba-oba, Ronaldo Gorducho não aguentou os treinos puxados e abriu o bico. Primeiro teve bolhas; depois febre alta. Deveria ter sido cortado. E mais: todos estavam de salto alto graças a extrema badalação de torcedores locais, ávidos por um autógrafo ou uma foto ao lado dos melhores jogadores do mundo.
8) Misterioso Zagallo: No que ajudou Zagallo? Agora entendo porque o delegado Antônio Lopes não aceitou ser observador da seleção na Copa. Lopes é um cara sério, gosta das coisas bem organizadas e não entra em disputa para perder. Na Copa de 2002, na Coréia e no Japão, foi peça fundamental na campanha do pentacampeonato. Lopes não compactuou com a bagunça de 2006.
9) Grana ou bola?: Parreira e alguns jogadores exageraram no número de publicidades. Àquela de uma cervejaria em que o Ronaldo chuta para o céu uma bola rolada por Parreira ou Cicinho, e brilha uma estrêla, é caricata. Sem falar de um banco espanhol que contatou Robinho, Gorducho, Dentuço, Kaká, Roberto Carlos e Cafu elevando-os ao nível de hexacampeões. Com certeza: a tal cerveja vai encalhar nos botecos e ninguém vai querer abrir conta no tal banco.
10) Cama x fama: Não se pode vincular uma conquista à uma cerveja ou à uma instituição bancária. A CBF deveria ter proibido isso, porque criaram-se vínculos comerciais onde deveria exisitr apenas uma relação profissional, isto é, os melhores deveriam jogar e não os de mais fama.
Providências, já
Tudo isso me deixa muito revoltado. Fiquei meia hora tentanto consolar meu filho Paulo, de onze anos, que não parava de chorar por que o Brasil perdeu da França. Como ele, milhares de crianças lavaram o Brasil inteiro de lágrimas, diante da maior frustração dos últimos 20 anos do futebol brasileiro.
E tem jogador que nem envergonhado ficou. Kaká teve a ombridade de pedir desculpas. Espero que a CBF comece do zero. Sem Parreira, claro. Com Luxemburgo, Felipão ou até mesmo Leão. Gente de pulso, que coloque na prática a teoria do futebol brasileiro, ainda o maior do mundo.
Att. Eng. Richard
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